Dia 1 - Livro Favorito
Para começar bem temos logo uma tarefa difícil... um livro favorito.
Sem dúvida aquele que se mantém na memória há mais tempo e que considero sem dúvida uma das grandes obras que tenho na minha biblioteca é O Perfume, História de um Assassino, de Patrick Süskind. É uma obra que já conta com 26 anos e que foi traduzida em quarenta línguas, tendo vendido mais de 15 milhões de exemplares.
Este livro conta-nos a história de Jean-Baptiste Grenouille, um ser que não tem cheiro próprio mas que tem um olfacto extremamente desenvolvido que lhe permite reconhecer os odores mais imperceptíveis. Com uma vida complicada, desde que nasce na banca onde a sua mãe vendia peixe, chega a trabalhar como aprendiz de perfumista onde aprende várias técnicas para a criação de perfumes. A partir daí, tenta criar o perfume perfeito, e isso leva-o a ser um assassino, matando várias raparigas ao longo da sua busca.
É um livro fascinante, que nos leva a dar valor a cada sentido que temos na nossa vida e a pensar em como seria se não o tivéssemos. Quantas vezes não chegamos a uma pastelaria ou a um restaurante e pensamos "cheira mesmo como cheirava em casa da minha avó"? E não é verdade que outras tantas vamos nós a passear na rua e sentimos um perfume que nos desperta logo a lembrança de alguém? E quantos de nós se lembram de não querer a fralda, o boneco ou a almofada de criança porque não tinha aquele nosso cheiro mas sim o cheiro do detergente?
Este livro foi entretanto adaptado ao cinema, em 2006, mas ainda não vi o filme porque, confesso, tenho sempre um bocado de receio que aconteça como com outras obras, em que o filme deixa muito a desejar e se perde partes importantes do livro.
Sem dúvida aquele que se mantém na memória há mais tempo e que considero sem dúvida uma das grandes obras que tenho na minha biblioteca é O Perfume, História de um Assassino, de Patrick Süskind. É uma obra que já conta com 26 anos e que foi traduzida em quarenta línguas, tendo vendido mais de 15 milhões de exemplares.
Este livro conta-nos a história de Jean-Baptiste Grenouille, um ser que não tem cheiro próprio mas que tem um olfacto extremamente desenvolvido que lhe permite reconhecer os odores mais imperceptíveis. Com uma vida complicada, desde que nasce na banca onde a sua mãe vendia peixe, chega a trabalhar como aprendiz de perfumista onde aprende várias técnicas para a criação de perfumes. A partir daí, tenta criar o perfume perfeito, e isso leva-o a ser um assassino, matando várias raparigas ao longo da sua busca.
É um livro fascinante, que nos leva a dar valor a cada sentido que temos na nossa vida e a pensar em como seria se não o tivéssemos. Quantas vezes não chegamos a uma pastelaria ou a um restaurante e pensamos "cheira mesmo como cheirava em casa da minha avó"? E não é verdade que outras tantas vamos nós a passear na rua e sentimos um perfume que nos desperta logo a lembrança de alguém? E quantos de nós se lembram de não querer a fralda, o boneco ou a almofada de criança porque não tinha aquele nosso cheiro mas sim o cheiro do detergente?
Este livro foi entretanto adaptado ao cinema, em 2006, mas ainda não vi o filme porque, confesso, tenho sempre um bocado de receio que aconteça como com outras obras, em que o filme deixa muito a desejar e se perde partes importantes do livro.

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