Deixo-vos a sinopse:
Claire e a sua mãe vivem na mesma casa, mas, para todos os efeitos, é como se vivessem em planetas diferentes. As duas raramente se cruzam, e a porta do frigorífico acaba por se tornar a plataforma de contacto onde deixam recados uma à outra e se vão mantendo informadas acerca dos acontecimentos das suas vidas. Mas um dia Claire depara-se com um recado diferente do habitual, e a partir daí terá de lutar contra a distância que as separa e contra o tempo que se esgota… A Vida na Porta do Frigorífico é uma narrativa que mergulha no íntimo de uma relação entre mãe e filha e os sentimentos de apego, culpa, ressentimento e frustração que a convulsionam. Uma mensagem universal sobre o amor e a perda num romance de estreia comovente, que se lê de um fôlego.
Eu li-o numa hora, é um livro que se lê muito facilmente. Além de tocar no assunto da comunicação entre pais e filhos, ou a falta dela, este livro aborda também a facilidade com que as pessoas que julgamos garantidas saem da nossa vida, enquanto deixamos passar o tempo sem pensar nisso.
Aconselho vivamente a sua leitura.





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